Preencha os dados do seu financiamento e compare, lado a lado, quanto você paga de parcela, de juros e no total em cada sistema — antes de assinar qualquer contrato.
Os resultados aparecem aqui assim que você calcular.
Recebeu 13º, FGTS ou algum bônus e quer usar para abater o financiamento? Lance quanto e em qual mês — pode ser um valor diferente a cada aporte.
O gráfico mostra como o valor da parcela muda mês a mês em cada sistema — no SAC ela cai gradualmente, na Price ela fica constante.
A coluna "Juros" mostra quanto de cada parcela é custo do dinheiro emprestado — o restante amortiza (quita) a dívida.
Correspondentes bancários podem consultar mais de uma instituição de uma vez e negociar sua taxa.
Um resumo direto para você decidir com mais segurança.
Amortização é a parte da parcela que reduz o valor que você ainda deve, separada dos juros. Toda parcela é composta por amortização, que abate o saldo devedor, e juros, que é o custo de tomar aquele dinheiro emprestado, calculado sobre o saldo devedor.
No Sistema de Amortização Constante, a parte da parcela que amortiza a dívida é sempre igual. Como os juros incidem sobre um saldo devedor que cai mês a mês, a parcela total começa mais alta e vai diminuindo até o fim do contrato.
Na Price, a parcela total é fixa do primeiro ao último mês. No início você paga proporcionalmente mais juros e menos amortização; essa proporção se inverte perto do fim do contrato.
Em geral o SAC paga menos juros ao longo do contrato, porque o saldo devedor cai mais rápido logo nos primeiros meses. Em troca, exige uma parcela inicial mais alta que a Price — vale simular os dois com seus números reais antes de decidir.
O valor da parcela continua exatamente igual ao que era antes. O dinheiro extra é usado inteiramente para abater o saldo devedor, e o financiamento termina antes do previsto. É a opção que gera mais economia de juros no total, porque a dívida deixa de existir mais cedo.
O prazo do financiamento continua o mesmo, mas o valor que sobrou depois do aporte é redistribuído pelos meses que faltam, então a parcela mensal fica menor a partir daquele momento. No total, você paga mais juros do que reduzindo o prazo, porque a dívida continua rendendo juros por mais tempo.
Financeiramente, reduzir o prazo quase sempre economiza mais juros no total, porque a dívida é quitada mais rápido. Reduzir a parcela faz mais sentido quando o objetivo é aliviar o orçamento mensal imediatamente. Vale simular os dois cenários com os mesmos valores antes de decidir.